Manter peças de algodão como novas por anos era uma arte dominada pelas mulheres da década de 50. Em uma época onde a durabilidade era prioridade, essas técnicas caseiras garantiam que as camisetas brancas permanecessem radiantes e as coloridas vibrantes. Confira esses segredos práticos para ajudar a manter sua camiseta Desperta Lar sempre nova:
Engomavam com água de arroz: Utilizavam a água do cozimento do arroz (coada e fria) no último enxágue para dar uma estrutura firme à malha, impedindo que a camiseta ficasse com aspecto relaxado.
Alvejavam na grama: Para brancos perfeitos, estendiam as peças úmidas sobre a grama ao sol. A interação do oxigênio liberado pelas plantas com a luz solar agia como um alvejante natural potente.
Enxaguavam com vinagre: Adicionavam vinagre branco ao enxágue final para selar as fibras e eliminar resíduos de sabão que tornam o algodão rígido e áspero ao toque.
Passavam com umidade: Nunca deixavam a peça secar totalmente antes de passar. O calor do ferro em contato com a fibra levemente úmida alinha o tecido instantaneamente, exigindo menos esforço e calor direto.
Tratavam com limão e sal: Para remover manchas de transpiração, esfregavam uma mistura de suco de limão e sal nas axilas antes da lavagem. A acidez quebra as moléculas de gordura e o sal absorve os odores.
Fixavam a cor com sal grosso: Camisetas novas eram mergulhadas em água com sal grosso para "morder" o corante na fibra, evitando que desbotassem nas lavagens seguintes.
Secagem horizontal: Evitavam pendurar camisetas pelos ombros no varal. Secavam-nas estendidas sobre toalhas para que o peso da água não deformasse a modelagem e a gola.
Protegiam com papel de seda: Ao guardar, colocavam papel de seda entre as dobras. Isso evitava o atrito entre as fibras de algodão dentro da gaveta, prevenindo o surgimento de "bolinhas" (pilling).
Pré-lavagem com sabão de coco: Esfregavam sabão de coco artesanal seco no colarinho e punhos antes de molhar a peça. Isso garantia que a oleosidade da pele fosse removida antes da sujeira comum.
Respeitavam o descanso da fibra: Alternavam o uso das peças, dando pelo menos 24 horas de intervalo entre uma usada e outra para que a elasticidade natural do algodão voltasse ao lugar.
